Desde janeiro que não vejo o mar... Me faz tão bem mergulhar nas ondas e refrescar a mente...
Quem sabe o sol se mantém forte no feriadão?
Estou sentindo falta de praia!!
Eu faço parte deste clube...Sempre me considerei afetuosa, mas acho que ultimamente tenho dado mais valor ainda a momentos de afeto e carinho com amigos, pais e namorado. Isso tem me feito tão bem...
Seguem trechos de um texto de
Rosana Braga:
Quanto você paga por um pouco de carinho?
...Num primeiro momento, tendemos a responder: ?claro que nada!!!?. Será? Incrível como a carência afetiva tem se transformado numa verdadeira epidemia. Vivemos num mundo onde tudo o que fazemos nos induz a ?ter? cada vez mais. Um celular novo, um sapato de outra cor, uma jaqueta diferente, uma viagem em suaves prestações... E enquanto isso, nos sentimos cada vez mais vazios. Nossa voz interna faz um eco que chega a doer; e tudo o que poderia nos fazer sentir melhores seria ?apenas? um pouco de carinho.
... Mas não é de dinheiro que estou falando. Não se trata desta moeda. Estou falando das escolhas que fazemos, indiscriminadamente, em busca de afeto. As relações sexuais fáceis e fugazes, a liberação desenfreada de intimidade, a cama que chega nas relações muito antes de uma apresentação de corações... a rapidez com que ?ficamos?, com que beijamos na boca, com que tocamos nossas ?zonas erógenas? sem termos ao menos nos olhado de verdade, demonstram exatamente o quanto pagamos.
Ou, ao contrário de tudo isso, a amargura e o mau-humor que toma conta da gente quando não fazemos nada disso, quando nos fechamos feito ostras, criticando e maldizendo quem se entrega, quem transa, quem sai em busca de afeto a qualquer preço... Enfim, de uma forma ou de outra, estamos pagando pelo carinho que não damos e pelo carinho que, muitas vezes, não nos permitimos receber.
...Porque falta conteúdo nestas atitudes, nestes encontros. Não se trata de julgamento de valor nem de pudor hipócrita. Trata-se de constatação, de fato! Muito mais do que orgasmos múltiplos, precisamos urgentemente de um cafuné, de um abraço que encosta coração com coração, de um simples deslizar de mãos em nosso rosto, de um encontro de corpos que desejam sobretudo fazer o outro se sentir querido, vivo. Tocar o outro é acordar as suas células, é revivescer seus poros, é oferecer um alento, uma esperança, um pouco de humanidade, tão escassa em nossas relações.
...Sabe, a gente tem medo de dar carinho e ser rejeitado, de tocar o outro e ser chamado de ?pegajoso?. E não estou falando de tocar estranhos, não... Estou falando de tocar amigos, familiares, pai, mãe, irmão, marido, esposa, namorado. Estou falando de afeto com aqueles que, teoricamente, são os mais próximos de nós, aqueles que em nossa agenda colocamos o nome para serem avisados caso algum acidente aconteça conosco.
Sugiro que, a partir de hoje, você comece a se tornar uma pessoa carinhosa, no jeito de falar, no jeito de ouvir, no jeito de chegar e de sair... Faça um cafuné em alguém que você gosta. Você vai se sentir um pouco estranho, talvez o outro sinta até o coração disparar e pense ?nossa, o que eu faço agora, o que eu digo, o que está acontecendo??. Mas não desista! Dê carinho, mais e mais... e faça parte do ?clube dos saciados?, diminuindo o número de pessoas contaminadas pela carência.
Ofereça afeto gratuitamente, ou seja, sem ter que necessariamente fazer sexo ou erotizar o momento, a troca, a relação... e você passará a ?pagar? cada vez menos por um pouco de carinho!
Estou no carro.
Olho para os lados. Um carro, uma pessoa. Outro carro, outra pessoa - só uma...
E começo a observar que a maioria dos carros que engavetam o trânsito em São Paulo estão somente com o motorista dentro. Finais de semana, sim, você vê carros com famílias, casais e amigos. Mas durante a semana, na hora do
rush principalmente, cada um está com o seu carro, sem caronas ou passageiros - que seriam uma ótima companhia para um bate-papo no trânsito. Lógicamente, estou generalizando.
Mas perceba! Comece a reparar que sempre há uma desculpa do porquê não dei ou ganhei carona...(Ou porquê não fui de metrô): "Ah, vou passar na farmácia no caminho...Ah, tenho que levar algumas coisas que ficam sempre no carro....Ah, depois fica tarde e meio fora de mão para me deixarem em casa...E a pior: Ah, só sei andar no meu carro, gosto de dirigir...
E pensar que tem gente que pega o carro para ir ali, na padaria (bom, se lembrarmos da história do salto alto, tem louco pra tudo).
...Depois reclamam que perderam horas de sua vida no trânsito, que estão sozinhos, estressados e por isso aumentam o som e ficam reparando no carro dos outros.
Dêem carona! Peçam carona! Aproveitem melhor o dia! Colaborem para um trânsito melhor (e mais divertido, pois terão companhia!)
Começo a concordar com meu namorado que o melhor é ter uma moto...
Uma bela canção, uma bela declaração de amor...Obrigada
Gi
Você me traz felicidade todos os dias! Te amo!
Nossa, estou impressionada com a quantidade de amigos de infância e conhecidos de baladas que encontrei no
orkut. Confesso que não navego muito, mas o pouco que consigo bisbilhotar, acho cada vez mais divertido. Essa mania está fazendo muita gente se reencontrar. Nesta semana, a galera da minha escola (que na época, chamávamos de Ginásio), a Escola Cor Jesu, se encontrou num bar depois de dez anos - ou mais - de formatura. Eu não participei, mas na próxima pretendo estar presente.
Lembram do Thirso, BBB? É, até ele estudou no Cor Jesu, na classe do meu irmão, André. Eu nem assimilei na época do programa, mas depois liguei as características e o pessoal confirmou. A Talyta Cardoso e a Beth Guso também fizeram parte desta " turminha do Tio Emílio" .
E é legal ver que todos estão bem no mercado e com boas recordações da época de ginásio... Espero encontrar muita gente ainda!